Título Original: 24 Heures Sous Influence
Autor: Jean & Philippe Graton
Editora: Asa/Público
Páginas: 48
Editora: Asa/Público
Páginas: 48
Colecção: Michel Vaillant nº70
ISBN: 9789892326085
Sinopse:
As 24 Horas de Le Mans vão novamente disputar-se muito em breve. Os Audi Diesel são reis e senhores da prova há já vários anos, e Michel Vaillant e Steve Warson organizam uma equipa de choque para os destronar. A três dias da prova, porém, Yves Douléac, um dos seus pilotos de confiança, sofre um acidente e tem de ser substituído. A escolha recai sobre Dylan Montusset, que é um novato promissor. Jean-Pierre empenha-se também neste desafio e espera poder acrescentar mais uma vitória ao prestigiado palmarés da escuderia Vaillante.
Opinião:
24 Horas Sobre Pressão é o septuagésimo e último álbum de Michel Vaillant que tem o seu criador, Jean Graton como autor.
Era bom que fechasse o ciclo em grande estilo, mas não fecha. É um daqueles livros que nem é bom nem mau. Lê-se...
Essencialmente tem demasiados pormenores apatetados que um Jean Graton dos anos 70 ou 80 não deixaria passar. A seriedade da série nessa altura, para mim os anos áureos, não se verifica nestas obras finais e é uma pena.

Tudo tem o seu tempo, e quem não sentiu aquela ambiguidade, em algo que se gosta muito, de desejar que essa coisa não acabe devido ao que nos trouxe no passado, mas que por outro lado o presente contraria esse desejo e nos leva a pensar que "assim não vale a pena"? Mas se calhar sou só eu que estou armado em velho.

Dylan não vem sozinho. Não sei se levemente inspirado em Lewis Hamilton, o pai do jovem Francês está sempre presente. O problema é que essa presença é totalmente negativa pois o paizinho tem a sua vida financeira e profissional de rastos e o filho é o meio que usa para tentar recuperar a sua vida, claro que de forma muito pouco honesta.
Tudo somado e resumindo, tem pormenores interessantes e outros perfeitamente escusados. Lê-se mas não convence muito.
E assim fechamos as criticas às obras de Michel Vaillant editadas pela Asa e pelo Público. No fim fica um agradecimento aos editores por nos permitirem ter alguns inéditos em Português.
Tudo somado e resumindo, tem pormenores interessantes e outros perfeitamente escusados. Lê-se mas não convence muito.
E assim fechamos as criticas às obras de Michel Vaillant editadas pela Asa e pelo Público. No fim fica um agradecimento aos editores por nos permitirem ter alguns inéditos em Português.
Nota (escala 1 a 10): 6
TheKhan
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